O nome social já pode ser usado por travestis e transexuais na Universidade Federal da Bahia (UFBA) e em toda rede pública de ensino estadual desde o início deste semestre.
Curta o Guia Gay Salvador no Facebook
As portarias foram editadas em 2014 mas só passaram a valer agora. Milena Passos, presidente da Associação de Travestis de Salvador (Atras), disse ao jornal O Globo que as portarias "vão estimular muitos travestis a estudar e ter outra profissão menos perigosa e insalubre". Ela se referia à prostituição a que muitas pessoas trans recorrem por serem expulsas de casa e terem dificuldade de arranjar outro trabalho.
"Se alguma escola ou faculdade se recusar a reconhecer nosso gênero feminino, inclusive o sanitário feminino, deve ser denunciada publicamente, e a Atras acionará o Ministério Público da Bahia", disse à reportagem.